O Projeto "Nosso Porto, Nosso Futuro", leva mais de 120 Universitários ao complexo portuário.
Dois monitores profissionais da LLX, acompanham os universitários em um onibus cedido pela LLX até ao Açu, durante a viagem Simone e Estevão que são os monitores, conversam com os alunos sobre todo o projeto portuário, e mais sobre a cidade de São João da Barra e sua história.
O Projeto foi criado para levar a comunidade e estudantes o tamanho do empreendimento que está sendo instalado no municipio.
Ao chegar no complexo, os estudantes seguem para o salão de visitas onde Estevão diante de uma grande maquete explica todo o projeto portuário, mostrando o local de cada instalação do pátio Logistíco que estarão ali para operar o porto. Logo após os visitantes vão à uma torre de madeira para ver do alto o final da lagoa de Iquiparí, a Área de preservação ambiental, a praia e a pista de pouso de helicópiteros. A visita ao Salão continua com uma pequena apresentação de um video institucional e operacional da empresa no auditorio.
Antes de sair ali os estudantes recebem um lanche com biscoitos, chocolates, sucos, e uma bolsa de presente com a logo do projeto.
O passeio segue no onibus, onde ele passeia pelas instalações do Porto, os estudantes vê os peões trabalhando a todo vapor, inclusive a construção da ponte que terá quase três quilômetros, sendo 450 metros de construção em terra e o restante dentro d’água. A ponte vai ter quatro metros de altura.
A manobra ainda é feita no meio da ponte para o retorno da visita as intalações das pequenas cabanas onde os engenheiros e alguns funcionarios trabalham por 24h. Ao passear pelo complexo, passamos pelo local onde pode ser instalado a Industria Automobilistica.
Os Estudantes ficaram felizes e surpresos com o tamanho da construção do Porto do Açu, e estão na expectativa do Pátio Logístico logo ficar pronto e que tudo comece a operar.
04/02/2010
CARLA CARDOSO
O Projeto se estendeu em convenio com a Prefeitura Municipal de São João da Barra levando Turistas e a Comunidade para visitar o complexo portuário.
E quem vai até o local fica perplexo com o que vê. Homens trabalhando durante 24 horas ininterruptas para a construção de um dos projetos de maior destaque no país, que vai trazer desenvolvimento e progresso a São João da Barra e região e, inclusive, aguarda para breve, a visita do presidente Luís Inácio Lula da Silva. Gleide Gomes, especialista em relações com a comunidade da LLX, diz que a empresa está muito satisfeita com os resultados das visitas que são guiadas por monitores que, durante o trajeto, explicam todos os procedimentos relativos ao projeto e sua implantação.
“O Complexo Logístico vai situar também um mineroduto de 525 quilômetros de extensão, saindo de Minas Gerais até chegar a São João da Barra”, explica Estevão, acrescentando que quando estiver em funcionamento, serão produzidas 63 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
No passeio, a primeira parada é no Centro do Visitante, onde o público conhece uma maquete do Complexo, o Distrito Industrial – Super Porto do Açu, e consegue identificar, no projeto, sua grandiosidade: 9 mil hectares de extensão, num investimento de US$36,2 bilhões de dólares e a geração de 50 mil empregos diretos e indiretos. No local, é possível registrar ainda o aumento do Pib entre 2008 e 2009. Em São João da Barra, 498% e no Norte Fluminense, 206%.
Um porto onde poderão atracar navios de capacidade bem maior do que é visto no país, a construção de uma termoelétrica para a geração de energia, implantação de indústrias automobilísticas, a criação de um corredor logístico, uma ferrovia e até mesmo o projeto de filtragem do minério que chegará ao município como polpa, lama. Muitas são as informações passadas a uma platéia atenta e curiosa.
Após assistirem uma apresentação de vídeos institucionais e palestra informativa sobre detalhes do investimento que vai mudar a história econômica do município, os visitantes partem para conhecer o canteiro de obras do complexo portuário, indo até o píer que adentra o mar por cerca de 2km. O píer (com 18,5 metros de profundidade, podendo chegar a 21 metros) com o quebra-mar é mesmo uma bela imagem e nessa hora é impossível não tirar uma fotografia, já que é uma oportunidade quase única: Não é possível visitar o local se não for por meio de visitas guiadas pela empresa. De píer, é possível enxergar uma ponte de 2.900 metros, hoje com 90% de conclusão, que em 2012 vai estar em pleno funcionamento. A ponte possui 27,7 metros de largura, mais larga do que a Ponte Rio-Niterói.
Também é possível observar durante a visita, a área de preservação ambiental que vai ser respeitada durante a obra. “Essa extensão da área foi delimitada pelo Estado, assim como o local reservado à área industrial. A lagoa de Iquipari e a Lagoa Salgada também não podem ser tocadas”, explica Estevão.
Aluna do curso de Engenharia de Produção, Ingrid Mota de Azeredo, de 19 anos, que mora em Campos, gostou muito do que viu durante o passeio. “Achei muito interessante. Não tinha visto nada parecido. Vi algumas coisas assim durante apresentações em congressos, em imagens, mas não tinha visto pessoalmente. Acho muito estimulante essas visitas para vermos o que vai ser de nossa região no futuro e vejo nisso até oportunidades de empregos para a minha área, por exemplo”, explica a universitária.
A jornalista Alicinéia Gama, morada de Goytacazes, também aprovou o passeio e o projeto. “Superou as minhas expectativas. Uma coisa é a gente ler, outra coisa é a ver, com nossos próprios olhos, a grandiosidade dessa obra que já está mudando a realidade de nossa região. Essa visita é uma boa iniciativa, porque é uma curiosidade geral da população e isso aproxima as pessoas da obra”, afirma.
Morador da Baixada Campista, o empresário do ramo de cerâmica e agropecuarista José Nelson Henriques Gomes, de 58 anos, também ficou satisfeito com o resultado do passeio. Conhecedor da região do Açu há mais de 40 anos, a cada mudança de paisagem ele tinha uma lembrança de passeios pelo local, que já está se transformando.
— Já é possível ver que está bem diferente e que ainda vai ficar muito mais. O que vemos aqui hoje já não vai ser a mesma coisa daqui há cinco anos, por exemplo. Muitas indústrias vão ser construídas aqui, onde vemos pasto. A gente está sempre andando nas grandes cidades e temos possibilidade de ver obras grandes como a hidrelétrica de Itaipu, por exemplo. Mas nunca vi tão de perto, algo tão grande assim. É muito bom as pessoas tomarem conhecimento do que está acontecendo em nossa região. Fiquei deslumbrado. Se tiver outra chance, vou querer voltar, claro, para ver o desenrolar dessa obra, pois hoje é apenas um canteiro de obras. Não vejo a hora de ver tudo movimentado, em pleno funcionamento — observa José Nelson.
Foto: Samara Sena
Foto: Samara Sena
Foto: Samara Sena
Foto: Samara Sena
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